PTização

O PT, Partido dos Trabalhadores “está diante da maior crise de sua história.”

Ou muda a política do Partido e a política do governo Dilma; ou correm o risco de sofrer uma derrota profunda, que afretará não apenas o PT, mas o conjunto da esquerda política e social, brasileira e latinoamericana.
O que, a não ser mau, pode ser bom.

Em Junho de 2015, a tendência ‘Articulação de Esquerda’ – uma facção interna dentro do próprio partido; contribuiu no 5º Congresso Nacional do PT com documento Mãe das políticas que o partido pretendeu seguir.

Tratou-se de uma verdadeira pérola retirada dos anais de Marx. Ou melhor, nem o próprio seria tão ele a defender a sua própria ideologia, aqui versada numa Estatização de tudo e todos, num retorno ao poder generalista onde quem manda é o Estado.
Se não conhecesse o PT como a palma das minhas mãos – no sentido dialéctico da palavra – tenho ‘amigos’ PTistas quanto baste, pois se pensarmos que 51% do eleitor votante votou neles, alguém assume que é PT; e de estudar a ideologia socialista latino-americana na qual assenta, diria que a consequência que este documento quis provocar foi, necessariamente, o impeachment presidencial.

Conseguiu ver aberto o processo, mas ainda assim, perante tudo o que a coolização feita vítima do Imperialismo nefasto neoliberal logrou, eu digo:
Não.

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Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva não merecem um impeachment.
Merecem antes que o PT, o Partido dos Trabalhadores, provada a sua ligação umbilical com a corrupção que lavrou no Brasil, sejam extintos e afastados das mentes Brasileiras.
Já o anterior Presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso defendeu igual posição.
Um País tão maravilhoso como o meu Brasil não merece virar, tornar-se, uma cleptocracia, onde o poder é o roubo.

Roubo de alguns para dar a outros, sendo que esses outros, maquilhados de pobres, já mais não o são, e se o foram um dia, rápido aprenderam que, sem nada fazerem, ser rico é bom, mas sem trabalhar para isso.

A Petrobras é o último dos grandes casos. Se antes fora o mensalão, agora o ‘Petrolão’, preparem-se todos para o BNDES – O Banco de Fumento Brasileiro e os seus empréstimos ao exterior sem oficialização no Senado.

No Reino da fantasia fantasiosa onde tudo passa de ficção a facto, e o real é dilacerante, a medalha da inconfidência Mineira dada a João Stédile é a prova disso.
É que dar ao guerrilheiro do Movimento Sem Terra – aquele que rouba em nome de dar a quem nada faz; é a justa recompensa do crime e a comprovação de que o Brasil está entregue nas mãos de quem o Povo quer ser Governado.

Mas o sintoma é mais perturbante que isso, e o PT joga-o a favor. Lula anda desaparecido em cheque-mate enquanto Dilma discursa sobre a sua idoneidade pessoal sem retirar consequências políticas do envolvimento do seu partido na quadrilha instituída na corrupção que assola o Brasil.

Quem sabe por tentarem o afastamento de um cálice onde bebem?

Só que o Brasil é mais do que simples populismo e oportunismo de campanha.

(A Venezuela, sua vizinha no MercoSul deu provas disso neste fim-de-semana)

Péron não acabou bem, e mesmo Evita deve ser evitada numa memória que a não ser Brasileira, tem cheiro latinoamericano de importação barata, mas de luxo burguês.

O Brasil é terra de gente séria, que pensa, lê, e sabe, em plena consciência, que quando o seu Livre Direito a existir em Liberdade é tomado de assalto – como fica claro neste documento de proposta PTista; é tempo de ‘abrir guerra’ contra um “UM PARTIDO PARA TEMPOS DE GUERRA”.

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