The Red Pill

A pergunta nem é o porquê da atracção, mas antes como não lhe conseguimos resistir e dizer não face à factual mentira que a alicerça.
Falo de Populismo, de um modo de vida política que a cada dia parece mais retornar ao cenário de uma actualidade feita de poderosos tolhidos pela justiça por eles criada.

Não confundamos a retórica norte Americana do Populismo monetário, não, o Populismo é mesmo o desse líder carismático – ou que assim se crê e faz projectar – que desmantela os canais de comunicação oficiais entre ele e o seu “povo”, aproximando a sua retórica de uma narrativa fantasiosa que na verdade não passa de ardil popular.

Se a definição por mim escrita em cima do joelho encontrou desde logo ecos numa mão cheia de políticos actuais, é porque o aproximar do político-vazio-de-ideias a uma população esmifrada pela máquina dos impostos tornou-se nessa forma e sobrevivência em que vivemos. Há que estar numa panaceia alucinante de estímulos quase que fisiológicos de que tudo está bem nessa senda de que nunca se esqueça a última cara familiar que nos trouxe o actual proveito de felicidade.
Houve crise? Herança sem conhecimento de origem.
Pode voltar? Razões terceiras por identificar.
E Paz Social? Enquanto o líder carismático se deitar sendo-o, sim!

Haja suporte financeiro e a realidade é mentira feita propaganda mediática.
Viva-se em Democracia, Twitter e Rede Social, a liberdade da Imprensa pouco faz por esconder e os factos vai propagandear.
Já não há pilulas azuis, apenas vermelhas.
Radicalizados pelo clickbait amoroso tornado enredo político adversarial sem opção de escolha.

Na verdade andamos todos, de alguma forma, a tomar a pilula vermelha, o in extremis de tudo.
Feminismo, machismo, ideologia, demagogia, misandria, misoginia, fobia, aceitação. É preconceito de matemática arrestada e um passado negado.

Há que lembrar: não é branco é preto. e ao não se poder dizer preto diz-se negro, como a cor, nunca como o Ser Humano ostracizado pela eterna memória histórica… ou talvez não.
Do remember: ‘many sides, both sides’
A supremacia do politicamente correcto sem correcção ou arrependimento.

Hoje vivemos a Era em que Trump e Kim Jun Un são equiparáveis pelo arcar de palavra de estorvo onde nós apenas somos os telespectadores de um Reality Show sem causa mas com grave consequência. É mau mas pode sempre piorar!
Russia? Michael Flynn? Baixem-se os impostos aos ricos enquanto sanções matam quem nunca viveu a Ocidental Liberdade do Capitalismo Socialista da Burocracia Tecnocrática para a breve trecho o deficit Norte Americano estourar uma dívida impossível de se pagar…
(venha 2008 em loop)

Alvissaras, Alvissaras, a Europa disso se safa, Mário Centeno é o novo radicalizado, pílula vermelha tomada.
Ou será aqui no burgo encarnada?

RED PILL

Parabenize-se quem o merece pela diferença de, ao falhar e o saber esconder, lá o ter conseguido chegar, para agora num novo Capitalista Socialista Tecnocrata da livre Burocracia se tornar.
(como adoro em pé-de-página rimar)

Não me citem populismo? Populixo!
É o que há.

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