The Devil wears Prada

O primeiro debate Presidencial Norte Americano ocorreu.
Trump vrs Hillary.
Republicano contra Democrata.
Gravata azul frente a vestido vermelho.

Nunca antes, na arena do dogmatismo sexista entre um pulha contra uma mulher traída – para ser politicamente correcto entre ambos – a política do maior (e melhor) país Democrático do mundo foi levada para um auge populista tão grande.

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Aceitar a crítica faz parte. Interromper a meio dela é golpe de asa ferida de quem sabe que, ou errou ou tem culpa num cartório onde o casamento de importação é realidade.

O ataque predatório, mungindo pelos protestos em Charlotte, eleva a divisa racial a um novo principio ideológico.

O conceito de “Law & Order”lei e ordem – invocado por Trump, não pode, ou deve, servir o princípio institucional para combater o preconceito racial vincado na onde seminal da divisão política entre raças.
O “Make America Great Again” não se trata disso. Qualquer historiador, conhecedor da invocação do “American Dream”o Sonho Americano – sabe que os Estados Unidos são uma construção jurídica sobre uma descoberta Hispânica, conquista Britânica, independência formada por uma união de diversas raças, credos e opiniões.
A Liberdade do indivíduo e a persecução da felicidade são o princípio basilar da Constituição.

(interlúdio para Trump invocar o facto de ter comprovado a cidadania de Barack Obama)

Falando dos “fact checks” que Trump refere, parece que Hillary e Obama são os principais responsáveis pela criação do Estado Islâmico quando se sabe que a complacência da sua criação recai num governo Republicano.
Críticas à parte porque a América é bélica, ver Trump corrigir factos concretos sobre o seu apoio à guerra no Iraque para invocar o seu temperamento, melhor que o de Hillary, é mais que risível. É pensar que se um candidato destes vencer, a mediocridade da riqueza herdade irá representar os destinos da Sociedade Ocidental.

(interlúdio para Trump criticar Rosie O’Donneld)

Mas o Diabo veste Prada. Chegando à política internacional, no que toca ao Estado Islâmico, defesa internacional, guerra de interesses, Hillary mostra que ter sido Secretária de Estado lhe deu o arcabouço necessário que Trump não tem.
O magnata vende apartamentos, gravatas, trincarias “Made um China” e Misses Universo.
Quando negociar problemas políticos complexos – e para a Humanidade caçar Osama Bin Laden foi complexo e gratificante – pode sempre criticar desbragadamente quem defendeu o seu país.
Até lá a sua defesa é vã e apócrifa.

Evidente que o sorriso gratificante de Miranda Priestly, a personagem fictícia que usava Prada, não era visto todos. No livro homônimo a vitória da personagem serviu como derrota da sua secretária.
Aqui, na vida real, espero que este Diabo, vestindo um Prada vermelho, derrote uma oposição sem que com isso aniquile quem nela não votou.

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