A noção de liberdade, independência e respeito estão muito cingidos e toldados entre aquilo que eu considero ser o comportamento correcto numa Sociedade que deve buscar estar sana (e não agrilhoada) neste momento de excepção.
Mas o pecado mora ao lado, e a carne é fraca.

Para todas as regras vai sempre existir uma excepção, nem que seja uma política que beneficie só por beneficiar. E o nosso argumento, por mais que cientificamente válido, passa a ser empírico na melhor das hipóteses.
E como se vive o momento dos opostos, não interessa esta noção válida da razão, vale antes o facto oposto, alternativo como contraposto para algo menos que se faça mais. Rebater para desviar do fundamental. Pois quem respeita o grupo no seu indivíduo, quem olha a independência como algo distinto da liberdade e não faz disso tábua rasa de argumento numa Sociedade onde a pluralidade de opinião pode (e deve) existir, é logo considerado o pária, o fascista. O detentor do medo que a Pandemia trouxe.

A qualquer momento espero ver alguém me apontar e dizer que defendo o Trump!
(a sério, acho que já faltou mais)

Mas essa é a ilusão da promessa que uma vacina traz.
Parece que se a mesma chegar, curando esta ferida onde vivemos, os Trump’s desta vida se somem e a normalidade regressa sem que a realidade que agora se vive tenha existido.
E sabendo da memória de peixe nacional, é bem provável que isso aconteça e ainda se aplauda o (de)mérito político em tempos de COVID…

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