Banana Cavendish, Banana anã (Dwarf Cavendish), Banana gigante (Giant Cavendish), Banana Grande Naine, Banana Robust, Banana Gros Michel, Banana prata, Banana Valery, Banana Williams, Plantain, Banana Chato (Dominico), Banana Bluggoe (Harton), Banana Pisang Awak (Currare), Banana-da-Terra, Banana-da-Terrinha, Banana D`Angola, Banana-figo-vermelho, Banana-figo-cinza, Banana pioneira, Banana-maçã, Banana-ouro, Banana da Madeira, …

Tudo teve início no ano 5000 a.C. quando na província das terras Altas Ocidentais da Nova Guiné, na Malásia, se começou o cultivo da, então selvagem, banana.
A primeira menção escrita sobre a sua existência surge em textos budistas de cerca de 600 a.C.. Em 327 a.C. é mencionado que Alexandre, o Grande come bananas nos vales da Índia.
O seu cultivo organizado, referência Chinesa do século III, é feito chegar em 650 por conquistadores Islâmicos à Palestina, sendo que foram os mercadores árabes que a divulgaram pelo Continente Africano onde a palavra banana tem origem e termina adoptada pelos Portuguese que a exportam e plantam sistematicamente desde a costa ocidental africana até aos bananais nas ilhas atlânticas e Brasil.

Todavia a história, cultura e industria em torno da banana perde-se, tanto que em 1872 o escritor francês Júlio Verne, por saber o desconhecimento de grande parte dos seus leitores, descreve-a detalhadamente na obra “A volta ao Mundo em 80 dias”. É que pesar de terem chegado com os Portugueses, só após a Guerra Civil é que a industrialização da banana se tornou uma realidade Americana a ser exportada globalmente.

Hoje em dia temos bananas o ano inteiro, mais de mil variedades conhecidas, acessíveis, naquilo que a se chama custo ‘casca de banana’.
Até há poucos dias a banana comum saia por cerca de 0,99€ o quilo, cerca de 0,19€ a unidade.

Mas há dias e dias e depois de 5000 mil anos e um pouco de fita adesiva essa mesma banana fez-se vender por 108 mil euros.
É que “As bananas são um símbolo do comércio global, têm um duplo sentido, além de serem um objeto clássico de humor”.

E teve graça, pois passado uns dias veio alguém e a comeu.

fin

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